"... tudo a vale a pena se a alma não é pequena..."



Vale a pena sorrir, rir, gargalhar;

Vale a pena partilhar, experimentar, tentar e errar e.... tentar novamente;

Vale a pena aprender sozinhos e com os outros;

Vale a pena saber aceitar ( talvez esta seja a lição mais difícil da vida ), aceitar as diferenças, as contrariedades....

Aprender que quando sabemos aceitar, saimos mais fortalecidos, prontos para ultrapassar mais um obstáculo, prontos para a próxima etapa, agradecendo a oportunidade de prosseguir;

Vale a pena percorrer o nosso caminho sem pressas, sem atropelos, aproveitando o melhor de cada momento;

Vale a pena viver a vida;

Vale a pena ser feliz!

Vale a pena estarmos gratos :-)


" ... tudo vale a pena se a alma não é pequena..."

Fernando Pessoa

terça-feira, 22 de abril de 2014

25 de Abril de 1974



25 de Abril do que te recordas 40 anos depois????








Deixa o teu testemunho, não é necessário ser um comentário  muito extenso mas algo que ajude a relembrar aquele dia, assim como a forma que foi vivenciado por cada um, contar e partilhar um pouco da história do nosso país.... podes inclusive enviar fotos ou videos que tenhas dessa altura.....











Gabriel José García Márquez 
(Aracataca, 6 de março de 1927  Cidade do México, 17 de abril de 2014)



Escritor, jornalista, editor, ativista e politico colombiano

Considerado um dos autores mais importantes do século XX foi um dos escritores mais admirados e traduzidos no mundo, com mais de 40 milhões de livros vendidos em 36 idiomas.


Foi galardoado em 1972 com o Prémio Internacional Neustadt de Literatura e com o Nobel de Literatura em 1982 pelo conjunto da sua obra que, entre outros livros, inclui Cem Anos de Solidão, a sua obra mais aclamada.






É curioso saber que:

"Foi na carretera de Acapulco, no México, em 1965, quando viajava num Opel branco, com a sua mulher Mercedes e os filhos Gonzalo e Rodrigo, que o escritor Gabriel García Márquez soube como poderia acabar “uma história que não o tinha deixado em paz durante os últimos 20 anos”, “uma história que começou a escrever quando tinha 19 anos, a que chamou La Casa, mas que estava incompleta e ele não sabia por onde a começar”. Tratava-se, é claro, do romance Cem Anos de Solidão (Dom Quixote), que conta a história da família Buendía que vive no imaginário Macondo.
Foi durante essa viagem, a caminho de uns dias de férias com a família nas praias de Acapulco, e enquanto conduzia, que à memória do escritor colombiano veio o momento em que o seu avô lhe mostrou pela primeira vez um bloco de gelo, Gabriel tocou-lhe com o dedo e achou que estava quente. E assim nasceu o início deste romance, um clássico mundial da língua castelhana"
 

In jornal "Público" de 17/04/2014



Esta obra foi traduzida em mais de 35 línguas e vendeu mais de 30 milhões de exemplares.

A academia sueca quando lhe atribuiu o prémio Nobel em 1982 justificou-o por na sua obra "se aliarem o fantástico e o real na complexidade rica de um universo poético reflectindo a vida e os conflitos de um continente”.


Conta-se que Gabo (como lhe chamavam) foi surpreendido, em 1982, por um telefonema da Academia Sueca a comunicar-lhe que lhe tinha sido atribuído o Prémio Nobel da Literatura. Estava a dormir, atendeu o telefone e achou que era uma brincadeira.

Entre outras obras saliento:









No início de abril, Márquez esteve internado durante uma semana num hospital privado da Cidade do México devido a uma pneumonia, tendo regressado a casa no dia 8 de abril. De acordo com a família, encontrava-se nos últimos dias "num estado de saúde muito frágil" e com "risco de complicações".









O autor de "Cem anos de solidão", já tinha anunciado em 2009 que se retirava, e o livro publicado no ano seguinte, reuniu apenas material disperso das suas alocuções em público, as quais iniciava invariavelmente com a frase "Eu não venho dizer [fazer] um discurso", informou na altura a editora Mondadori.








Em 2012, o seu irmão Jaime García Marquez dava conta de que lhe tinha sido diagnosticada uma demência, que perdera a memória e que o autor de "Cem anos de solidão" não voltaria a escrever.




E já agora vale apena pensar nisto:











sábado, 19 de abril de 2014

PÁSCOA


A História do coelhinho da Páscoa e os ovos  


A figura do coelho está simbolicamente relacionada com esta data comemorativa, uma vez que este animal representa a fertilidade. O coelho reproduz-se rapidamente e em grandes quantidades. 
Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinonimo de preservação da espécie e  de melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo.
No Egipto Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.


Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? 


Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova.

Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.


Etimologicamente Páscoa  tem origem religiosa que vem do latim Pascae é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta a muitos séculos atrás na Grécia Antiga, onde este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem


A Páscoa Judaica

Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egipto, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moisés, fugiram do Egipto.

A Páscoa entre os cristãos

Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo).
O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior ao equinócio da Primavera (21 de março).

Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém