"... tudo a vale a pena se a alma não é pequena..."



Vale a pena sorrir, rir, gargalhar;

Vale a pena partilhar, experimentar, tentar e errar e.... tentar novamente;

Vale a pena aprender sozinhos e com os outros;

Vale a pena saber aceitar ( talvez esta seja a lição mais difícil da vida ), aceitar as diferenças, as contrariedades....

Aprender que quando sabemos aceitar, saimos mais fortalecidos, prontos para ultrapassar mais um obstáculo, prontos para a próxima etapa, agradecendo a oportunidade de prosseguir;

Vale a pena percorrer o nosso caminho sem pressas, sem atropelos, aproveitando o melhor de cada momento;

Vale a pena viver a vida;

Vale a pena ser feliz!

Vale a pena estarmos gratos :-)


" ... tudo vale a pena se a alma não é pequena..."

Fernando Pessoa

sábado, 19 de abril de 2014

PÁSCOA


A História do coelhinho da Páscoa e os ovos  


A figura do coelho está simbolicamente relacionada com esta data comemorativa, uma vez que este animal representa a fertilidade. O coelho reproduz-se rapidamente e em grandes quantidades. 
Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinonimo de preservação da espécie e  de melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo.
No Egipto Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.


Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? 


Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova.

Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.


Etimologicamente Páscoa  tem origem religiosa que vem do latim Pascae é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta a muitos séculos atrás na Grécia Antiga, onde este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem


A Páscoa Judaica

Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egipto, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moisés, fugiram do Egipto.

A Páscoa entre os cristãos

Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo).
O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior ao equinócio da Primavera (21 de março).

Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém


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